Amig@s,

a minha exposição individual “E surpreendentemente a liberdade” terminou.

Queria muito agradecer a presença de todos, sobretudo a participação e discussão dos conteúdos.
Mostrei em vários formatos a vertigem contemporanea do nosso quotidiano surpreendente. Nas representações relatei formas de violencia e antídotos de esperança, desde o capitalismo violento ao fluxo migratorio dos refugiados passando por diferentes modos de encarar o niilismo praticado (em sociedade) na maioria das vezes de modo inconsciente.

Assistimos então a uma exposição “forte” (como ouvi dizer ao longo destes meses de exibição), a par destas temáticas e no elogio ao traço, não podiamos apresentar uma exposição “Fraca”!!

Mais do que nunca, conhecemos na arte a acção civica da intervenção e da denuncia, documento vivo e diagnostico dos tempos….. Assim o meu maior obrigado vai para a AP arte Galeria de Arte contemporanea que teve a coragem para apresentar ao seu publico uma exposição assim, longe de barreiras onde a preocupação foi a de “Eu” não me preocupar com nada, limitando-me apenas a pintar…. um sinal raro e priveligiado nestes mesmos tempos…

Em gerundio…. VOU AbraçANDO……..
————-

Dear Friends,
my solo exhibition “And surprisingly freedom” has reached the end.
I wanted to thank the presence of all, especially the participation and discussion of the contents.
in several formats we saw the contemporary vertigo of our amazing everyday. the artworks representations reported forms of violence and antidotes of hope, from the violent capitalism to migratory flow of refugees going through different ways of looking nihilism – practiced (in society) often unconsciously.
we witnessed a “strong” exhibition (as i heard over these months), along these themes and in praise to the trace, we could not provide a “Weak” exhibition !!
More than ever, we know in the art the civic action of intervention and denounces as a living document and diagnosis of time ….. So my biggest thanks goes to the AP Contemporary Art Art gallery who had the courage to present this exhibition, far from barriers, where the gallery main concern was  “I” do not worry about anything, limiting myself just to paint …. a rare and privileged sign on these times …
In gerund ….. I keep embracing ……..

https://www.facebook.com/apartegaleriaa/?fref=ts

mario vitoria drink me

MV

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